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Grupo preso em operação tinha agiota e detento que ordenava extorsão para vítimas pagarem dívidas

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G1 Notícias | 08/04/2019 08h17 | 1437 vizualizações

A Polícia Civil de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, divulgou nesta sexta-feira (5), que a quadrilha presa durante a Operação Rúbido tinha um agiota e era comandada por um detento, de 43 anos, que estava recluso em Ji-Paraná (RO).

Segundo a Polícia, o grupo extorquia as vítimas para pagarem dívidas e assassinou um empresário, de 41 anos, em Ariquemes, em fevereiro deste ano.

De acordo com o delegado responsável pela operação, Rodrigo Camargo, além de ter ordenado a morte do empresário, o detento o líder de uma facção criminosa em três estados da região norte.

“O Setor de Inteligência da Polícia Civil identificou que o detento era o ‘governador’ desta facção. Mesmo dentro do presídio, era ele quem dava a palavra final tanto aqui Rondônia, como no Mato Grosso e Acre. Nós o extraímos da penitenciária Agenor Martins Carvalho e será conduzido ao presídio federal de Catanduvas (PR)”, revelou o delegado.

Após o interrogatório, o presidiário será encaminhado a Porto Velho e o Departamento Nacional Penitenciário (Depen) irá transferi-lo ao Paraná.

Conforme Rodrigo Camargo, a Polícia descobriu durante as investigações que o homicídio do empresário estava relacionado ao grupo que cobrava os devedores para que honrassem com os pagamentos.

“As investigações apontam até o momento que o empresário estava sofrendo extorsão, ele havia trocado alguns cheques com o agiota ligado à quadrilha, só que esses cheques deram volta. Sendo assim, ele passou a ser cobrado pelo grupo e se negou a pagar, até que começou a ser cobrado de modo violento, de meios diversos, que culminou no assassinato”, destacou o delegado.

Ao todo, oito pessoas foram presas nesta sexta. Entre eles, dois empresários de Ariquemes, um homem responsável por ser o ‘armeiro’ da quadrilha, preso em Ji-Paraná e o detento que era líder do grupo, também em Ji-Paraná.

“Esse armeiro fazia a manutenção das armas e distribuir para os membros da facção, eles também faziam o recarregamento de munições e cartuchos, todo esse material foi apreendido Ji-Paraná e será deslocado para Ariquemes, para que possamos avaliar e individualizar a conduta de cada um dentro do inquérito”, declarou Camargo.

A Polícia também informou vários documentos relacionados a morte do empresário foram apreendidos na 1ª fase da operação. Além de um extenso arsenal composto por 83 armas de fogo de diversos calibres.

As diligências seguirão em andamento, com outras prisões podendo acontecer nos próximos dias. O inquérito deve ser concluído nos próximos 60 dias.

Operação Rúbido
A ação foi deflagrada na manhã desta sexta, através da através da Delegacia de Homicídios de Ariquemes (RO), com o apoio do 1º Departamento de Polícia de Ji-Paraná (RO). O objetivo era prender membros de uma facção criminosa envolvida na morte do empresário Jean Carlos Rodrigues dos Santos.

Ao todo foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Ariquemes, 23 mandados de busca e apreensão em residências, empresas e um escritório de advocacia nas cidades de Ariquemes, Ji-Paraná e Porto Velho. Além de seis mandados de prisão e a transferência do apenado para o Presídio Federal de Catanduvas (PR).

Segundo a Polícia, a operação contou com o efetivo de 168 policiais e 49 viaturas. A ação ainda teve o auxílio de várias outras forças de segurança pública do estado.

O Homicídio
O empresário Jean Carlos trabalhava no ramo de garagem de veículos e foi morto a tiros no dia 7 de fevereiro em Ariquemes (RO), no Vale do Jamari. O crime aconteceu na Avenida Jaru, dentro da empresa da vítima.

Conforme informações da Polícia Militar (PM), dois homens em uma motocicleta invadiram a garagem e atiraram contra ela. Ainda segundo a corporação, cerca de seis tiros feriram o empresário.

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